(FEPESE, 2019). Ao longo da História da Educação no Brasil, os processos de alfabetização estão atrelados a vontades políticas, questões econômicas e reflexões sobre as metodologias. Sobre as perspectivas contemporâneas de alfabetização, é correto afirmar que:
No campo de estudos sobre alfabetização, existem diferentes abordagens teóricas e métodos. Um desses métodos pressupõe que o ensino da escrita precisa partir do alfabeto para a soletração e silabação, em uma sequência que é considerada de dificuldades crescentes, isto é, o ensino
Segundo Emília Ferreiro, a escrita pode ser concebida de duas formas distintas, e o modo como considerá-las altera as consequências pedagógicas drasticamente. As formas de escrita que a autora observa são:
A alfabetização é um tema central e essencial nos anos iniciais do ensino fundamental, e deve ser o foco nos dois primeiros anos desta etapa. Dentre os métodos de alfabetização podemos citar como exemplo o chamado método fônico, que consiste:
A escola de hoje, seja ela particular ou pública, tem um comportamento educacional bem diferente, na alfabetização, do que acontecia há duas décadas atrás, isso porque, de acordo com Luiz Carlos Cagliari:
A ciência cognitiva da leitura afirma que, ao contrário do que supõem certas teorias, a aprendizagem da leitura e da escrita não é natural nem espontânea, o que significa que:
A psicogênese da língua escrita foi uma elaboração da educadora Emília Ferreiro ao desenvolver sua teoria sobre a alfabetização, Desse modo, a única alternativa que não está de acordo com a autora é:
Ana Teberosky reconhece hipóteses sobre a linguagem escrita de crianças entre três e cinco anos como parte do processo de alfabetização inicial. Seguindo este raciocínio, uma das estratégias do professor para a aprendizagem da escrita e leitura pode se dar conforme qual alternati
O pensamento de Emilia Ferreiro é considerado como uma grande referência para o ensino brasileiro, com publicações divulgadas a partir de meados dos anos 80, que causaram grandes impactos sobre a concepção do processo de alfabetização. Sobre Emilia Ferreiro, assinale com V (Verda
Emília Ferreiro (Reflexões sobre alfabetização. São Paulo: Cortez, 1991) aponta que, tradicionalmente, a alfabetização inicial é considerada em função da relação entre o método utilizado e o estado de maturidade ou de prontidão da criança. A autora defende ainda que o processo de
Neste momento, a criança não busca correspondência com o som. As hipóteses são estabelecidas em torno do tipo e da quantidade de grafismo passando por etapas de consciência. Emília Ferrero chama esta hipótese da escrita como:
Nos 1º e 2º anos do Ensino Fundamental, a expectativa é a de que a criança se alfabetize, isto é, a alfabetização deve ser o destaque da ação pedagógica na escola. Nesse processo de construção do conhecimento das relações fonografêmicas em uma língua específica, há três relações
Três em cada dez jovens e adultos de 15 a 64 anos no país (29% do total, o equivalente a cerca de 38 milhões de pessoas) são considerados analfabetos funcionais. Esse grupo tem muita dificuldade de entender e se expressar por meio de letras e números em situações cotidianas, como