As diferentes correntes historiográficas desenvolveram modos distintos de interpretar os processos históricos. O positivismo enfatiza os fatos políticos, o marxismo destacou as relações de classe, o estruturalismo buscou compreender estruturas de longa duração e a Escola dos Anna
As Teorias da História e a Historiografia brasileira oferecem diferentes interpretações sobre o passado nacional, articulando conceitos como estrutura, cultura, poder e mentalidades. Esses referenciais teóricos ampliam a compreensão da complexidade histórica do Brasil. Consideran
Associe as colunas, unindo a vertente historiográfica (coluna 1) às suas características (coluna 2). Coluna 1 Vertente Historiográfica 1. História Tradicional 2. Nova História 3. História Social Coluna 2 Características ( ) Enfatiza as relações sociais e as estruturas de poder qu
As concepções contemporâneas de tempo e espaço histórico romperam com a tradição positivista e linear que predominou no século XIX. Sob a influência das correntes hermenêuticas e culturais, o tempo e o espaço passaram a ser compreendidos como dimensões de significação e experiênc
No século XIX, a História tornou-se ciência na análise do pensamento de August Comte o qual acreditava que os historiadores deviam contar os fatos como realmente aconteceram, buscando uma verdade absoluta e utilizando o mesmo método das ciências naturais, com foco em temas políti
O saber histórico escolar, ao dialogar com a historiografia, precisa considerar os modos como os historiadores produzem interpretações sobre o passado. Nesse sentido, qual alternativa expressa corretamente essa relação?
A Escola dos Annales (1929), na França, revolucionou o método histórico, por propor ir além dos métodos existentes e incluir os estudos da sociedade até então somente das Ciências Sociais. Podemos considerar que são características dos Annales:
Analise as asserções posteriores, marque a alternativa correspondente. I - Do ponto de vista historiográfico, os trabalhos sobre as disciplinas escolares dedicaram-se, sobretudo até a década de 70, ao estudo da instituição escolar, das políticas educacionais e do pensamento pedag
Leia o trecho a seguir: "O conhecimento histórico contemporâneo não se reduz à narrativa dos fatos políticos, mas busca compreender experiências, identidades e memórias, articulando múltiplas temporalidades e sujeitos." (PINSKY, Carla Bassanezi. Novos temas nas aulas de História.
A discussão sobre o estatuto científico da História percorreu diferentes correntes teóricas. Do positivismo de Ranke à crítica pós-moderna, cada abordagem redefiniu o papel da narrativa histórica. Considerando essas transformações, qual alternativa reflete adequadamente a crítica
Uma das fo rmas de integrar saberes de diferentes áreas, permitindo compreender fenômenos históricos em suas di- mensões políticas, culturais, sociais e econômicas é:
A Escola dos Annales surge na década de 1930, com a revista francesa Organizada por Marc Bloch e Lucien Febvre, os quais fundam a importante escola historiográfica responsá- vel. Este movimento pensou o conhecimento histórico de modo a:
Na historiografia brasileira, a corrente que propôs a descentralização do protagonismo dos “grandes heróis” e valorizou sujeitos coletivos, como comunidades quilombolas e indígenas, é chamada de:
O saber histórico é construído ao longo do tempo por meio de formas variadas. Assim, analise as afirmativas a seguir: I – Historicismo é a denominação empregada para definir a forma predominante de se pesquisar, escrever e pensar a história a partir do século XXI. II – O historic
A historiografia brasileira, desde o século XIX, buscou afirmar uma narrativa nacional. Inicialmente, os historiadores ligados ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro priorizaram______como base da identidade nacional, enquanto, a partir do século XX, novas abordagens passa
Ao analisar a historiografia do Brasil colonial, analise as asserções subsequentes. I - O espaço do positivismo na historiografia brasileira é marcado por transformações culturais, sociais e políticas: tempos de república, independência dos poderes, Estado laico, fim da escravidã
Segundo Freitas et al. (2019), a grande falha do historiador está em utilizar poucas variedades analíticas possíveis na leitura do tempo físico ou mensurável, que estaria normalmente vinculado ao seu caráter meramente contextual e explicativo, numa espécie de cenário no qual o ob