A prevenção e o manejo da eclâmpsia requer atenção imediata, multidisciplinar e escalonada. Assinale a alternativa que apresenta a droga de escolha para o atendimento inicial da iminência de eclâmpsia.
Paciente 30 anos, 30ª semana e primigesta, chega na emergência com queixa de dor em baixo ventre e de fosfenos. Ao exame, estado geral bom, pressão arterial de 160 x 100 mmHg, batimentos cardiofetais de 146bpm e dinâmica uterina de 3 contrações/10 minutos/40 segundos. Ao toque va
Paciente 26 anos, 30ª semana e primigesta. Refere uso de 1,0 grama/dia de alfa-metildopa, iniciado na 28ª semana. Chega na emergência com queixa de dor em baixo ventre, cefaleia e fosfenos. Ao exame, estado geral bom, pressão arterial de 150 x 100 mmHg, batimentos cardiofetais de
Dor sincopal e lancinante na ruptura tubária e em caráter de cólicas, dor em todo o abdome, com ocorrência de náuseas e vômitos. No exame físico geral, destacam-se sinais que caracterizam estado hipovolêmico: palidez cutaneomucosa sem perda sanguínea visível, taquicardia e hipote
Segundo a atual definição de trabalho de parto prematuro da Organização Mundial da Saúde, assinale a alternativa CORRETA que contempla um quadro clínico compatível.
Paciente 22 anos, gesta 2, para 1, aborto 0, parto vaginal há 3 anos, 33 semanas, chega à emergência com sangramento vivo e indolor, de leve intensidade, com início há 2 horas. Diante deste caso, podemos determinar que:
Toda paciente diagnosticada com pré-eclâmpsia deve ser hospitalizada, independentemente da gravidade do caso, mesmo as que aparentemente apresentem um quadro benigno, podem subitamente evoluir para complicações graves que podem levar a óbito do binômio. Com os aparecimentos dos s
Em relação as principais condutas a serem tomadas imediatamente após detecção da rotura uterina, é CORRETO afirmar que uma delas é estabilizar a gestantes iniciando procedimentos que visam manutenção de vias aéreas pérvias, respiração, se for oferta de oxigênio em cateter, esta d
Uma paciente com história de gestação recente apresenta níveis elevados de beta-hCG e uma imagem ultrassonográfica mostrando uma massa anormal no útero. Considerando essas informações, a conduta inicial mais adequada para confirmar o diagnóstico é: