Na obra O existencialismo é um humanismo, Jean-Paul Sartre afirma: “O homem, tal como o existencialista o concebe, só não é passível de uma definição porque, de início, não é nada: só posteriormente será alguma coisa e será aquilo que ele fizer de si mesmo”. No existencialismo sartreano, a afirmação de que “não exis- te natureza humana” decorre do reconhecimento de que
Aa inexistência de Deus implica que não há essência dada previamente ao existir.
Bo conhecimento da essência humana depende da mediação intersubjetiva.
Co homem deve submeter-se aos condicionamentos históricos que o constituem.
Da subjetividade do homem é um dado empírico uni-versal, produzido pela evolução.
Eos valores morais são construídos socialmente e im- postos à consciência individual.
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Resposta corretaAlternativa correta: A
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Nascida de um processo de superação do mito, numa busca por explicações racionais rigorosas e metódicas, condizentes com a vida política e social dos gregos antigos, bem como do melhoramento de alguns conhecimentos já existentes, adaptados e transformados em ciência. A ciência ac
Paulo Henrique de Oliveira e Roberio Nunes dos Anjos Filho, no texto “Bioética e Pesquisas em Seres Huma- nos”, apresentam os princípios fundamentais da Bioética: “Os três princípios impressos pelo Relatório [Belmont] e referendados pela Bioética são os da autonomia, da be- nefic
Jean-Paul Sartre, em seu livro O existencialismo é um humanismo, analisa a liberdade humana como se segue: “Estamos sós, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre”. No pensamento sartreano, a liberdade é acompanhada da ideia de “condena
Em sua obra Argumentação: a ferramenta do filosofar, Juvenal Savian Filho explica que: “nossas maneiras de pensar com argumentos racionais são cinco: 1) indução, 2) dedução, 3) abdução, 4) analogia, 5) argumento de autoridade” (Adaptado). Com base na classificação apresentada por
Danilo Marcondes, na obra Iniciação à história da filoso- fia: dos pré-socráticos a Wittgenstein afirma: “Se, como diz Descartes no início do Discurso do método, o bom- senso, i.e., a racionalidade, é natural ao homem, sendo compartilhada por todos, o que explica a possibilidade