Em seu texto “Hans Jonas: Porque a técnica moderna é um objeto para a ética”, Oswaldo Giacoia Filho explica que: “O ponto relevante aqui é que a ingerência de dimensões remotas, futuras e globais em nossas decisões cotidianas, prático-mundanas é uma novidade ética; e a categoria éti-ca que é principalmente chamada ao primeiro plano por esse novo fato se chama responsabilidade. Inaugura um novo capítulo na história da ética” (Adaptado). Diante do cenário descrito no excerto, Hans Jonas pro- põe o “princípio responsabilidade”, que consiste em
Amaximizar os resultados, mesmo com custos huma- nos envolvidos.
Bseguir normas morais universais aceitas por todo agente racional.
Cmanter os costumes tradicionais como guias morais.
Dpriorizar o bem-estar individual na tomada de deci- são ética.
Eorientar as ações atuais pela preservação das con- dições da vida.
Revelar resposta correta
Resposta corretaAlternativa correta: E
Estude com continuidade
Pratique mais questões de Filosofia.
Configure quantidade, alternativas e cronômetro para praticar novamente Filosofia e Filosofia.
Nascida de um processo de superação do mito, numa busca por explicações racionais rigorosas e metódicas, condizentes com a vida política e social dos gregos antigos, bem como do melhoramento de alguns conhecimentos já existentes, adaptados e transformados em ciência. A ciência ac
Paulo Henrique de Oliveira e Roberio Nunes dos Anjos Filho, no texto “Bioética e Pesquisas em Seres Huma- nos”, apresentam os princípios fundamentais da Bioética: “Os três princípios impressos pelo Relatório [Belmont] e referendados pela Bioética são os da autonomia, da be- nefic
Jean-Paul Sartre, em seu livro O existencialismo é um humanismo, analisa a liberdade humana como se segue: “Estamos sós, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre”. No pensamento sartreano, a liberdade é acompanhada da ideia de “condena
Em sua obra Argumentação: a ferramenta do filosofar, Juvenal Savian Filho explica que: “nossas maneiras de pensar com argumentos racionais são cinco: 1) indução, 2) dedução, 3) abdução, 4) analogia, 5) argumento de autoridade” (Adaptado). Com base na classificação apresentada por
Danilo Marcondes, na obra Iniciação à história da filoso- fia: dos pré-socráticos a Wittgenstein afirma: “Se, como diz Descartes no início do Discurso do método, o bom- senso, i.e., a racionalidade, é natural ao homem, sendo compartilhada por todos, o que explica a possibilidade