Mulher de 28 anos, com DM1, em uso de insulina 50Ud/dia e uso de anti-hipertensivos, apresenta, há algumas semanas, quadro com astenia, perda ponderal, dor abdominal, náuseas, vômitos, áreas de hiperpigmentação cutânea em braços, palma das mãos e mucosa oral, com fraqueza muscular proximal e redução da pressão arterial. Ao exame físico, apresenta madarose, PA = 120 x 60mmHg deitada e 100 x 60mmHg em pé, FC = 115bpm, tireoide aumentada e monilíase vaginal. Os exames laboratoriais mostram hemoglobina = 11g/dL, leucócitos = 8.000/mm3, diferencial com 0/11/30/03/50/06, glicemia = 150mg/dL, ureia = 40mg/dL, creatinina = 1,2mg/dL, cálcio = 10,5mg/dL, fósforo = 3,5mg/dL, sódio = 130mEq/L, potássio = 5,5mEq/L, CK -1.200UI/L e bicarbonato = 16mEq/L. Nesse caso, o diagnóstico mais provável é:
Ahiperparatireoidismo primário
Bhipotireoidismo com rabdomiólise
Chipoaldosteronismo hiporreninêmico
Dsíndrome poliglandular autoimune tipo 2
Revelar resposta correta
Resposta corretaAlternativa correta: D
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Mesmo com diversas formas de apresentação, diabetes mellitus é hoje classificada em tipo 1 e tipo 2. Diabetes tipo 1 tem como uma das características universais
O manejo do Diabetes Mellitus (DM) tipo 2 envolve diagnóstico preciso e tratamento individualizado. Considerando as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), analise as assertivas a seguir: I. A Hemoglobina Glicada (HbA1c) ≥ 6,5% é um critério diagnóstico para Diabete
A hemoglobina glicada (HbA1c) é utilizada para monitorar o controle glicêmico em pacientes com diabetes. Qual é o valor que indica controle glicêmico adequado?