Mulher de 66 anos, com diabetes mellitus tipo 2 (DM2) e hipertensão arterial sistêmica (HAS), em uso irregular das medicações, foi internada com quadro de síndrome coronariana aguda e dispneia. O eletrocardiograma (ECG) apresenta aumento de troponina, sem supradesnivelamento do segmento ST, e o cateterismo cardíaco mostra lesões complexas nos três vasos principais, sem possibilidade de angioplastia e cirurgia, além de fração de ejeção de 45%. O quadro evoluiu com disfunção de ventrículo esquerdo (VE) e fibrilação atrial persistente. Pensando nas medicações antitrombóticas na alta dessa paciente, a melhor opção terapêutica é usar:
AAAS e clopidrogel nas primeiras semanas e trocar clopidrogel por prasugrel
BAAS e clopidrogel nas primeiras semanas, associados com rivaroxabana
Cdipiridamol e tirofibana e após seis meses associar com rivaroxabana
Ddipiridamol e cumarínico, mantendo INR entre 2 a 3
Revelar resposta correta
Resposta corretaAlternativa correta: B
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Paciente de 62 anos, hipertenso e diabético, apresenta dor torácica de forte intensidade irradiada para o braço esquerdo. O eletrocardiograma mostra supradesnível do segmento ST em derivações inferiores. Qual é a conduta inicial mais indicada?
A estimativa do risco cardiovascular, antes da indicação de medidas de prevenção primária, requer uma avaliação individualizada minuciosa. Nesse contexto, além da identificação de fatores de risco tradicionais, como hipertensão arterial e dislipidemia, o diagnóstico de fatores ag
Homem de 55 anos é admitido com dispneia e edema de membros inferiores. O ecocardiograma mostra fração de ejeção reduzida. Qual classe de medicamentos é indicada para reduzir mortalidade em pacientes com essa condição?
Mulher de 45 anos, assintomática, comparece ao consultório após exame de rotina. O ecocardiograma mostra: • Valva mitral com espessamento discreto e calcificação leve; • Área valvar mitral estimada em 2,0 cm2; • Pressão sistólica da artéria pulmonar: 28 mmHg; • Função ventricular