Mulher de 68 anos de idade, hipertensa, diabética. É atendida no pronto-socorro com quadro de dor torácica súbita e intensa, associada a dispneia, que se iniciou há cerca de uma hora. Ao exame físico, apresenta-se pálida, sudorética e taquicárdica. A ausculta cardíaca revela um terceiro som cardíaco (S3) e estertores bibasais nos pulmões. Pressão arterial 85/55 mmHg, frequência cardíaca 125 bpm, frequência respiratória 25 irpm e saturação periférica de oxigênio de 88% em ar ambiente. O eletrocardiograma (ECG) mostra elevação difusa do segmento ST. Diante desse quadro, qual é o diagnóstico mais provável dessa paciente?
AInfarto agudo do miocárdio.
BChoque cardiogênico.
CEmbolia pulmonar.
DChoque séptico.
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Resposta corretaAlternativa correta: A
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Paciente de 62 anos, hipertenso e diabético, apresenta dor torácica de forte intensidade irradiada para o braço esquerdo. O eletrocardiograma mostra supradesnível do segmento ST em derivações inferiores. Qual é a conduta inicial mais indicada?
A estimativa do risco cardiovascular, antes da indicação de medidas de prevenção primária, requer uma avaliação individualizada minuciosa. Nesse contexto, além da identificação de fatores de risco tradicionais, como hipertensão arterial e dislipidemia, o diagnóstico de fatores ag
Homem de 55 anos é admitido com dispneia e edema de membros inferiores. O ecocardiograma mostra fração de ejeção reduzida. Qual classe de medicamentos é indicada para reduzir mortalidade em pacientes com essa condição?
Mulher de 45 anos, assintomática, comparece ao consultório após exame de rotina. O ecocardiograma mostra: • Valva mitral com espessamento discreto e calcificação leve; • Área valvar mitral estimada em 2,0 cm2; • Pressão sistólica da artéria pulmonar: 28 mmHg; • Função ventricular